Urucungos

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Grupo de Teatro e Danças Populares |

Em 1977 a Profª e Artista Plástica, Raquel Trindade, filha do poeta Solano Trindade, foi convidada para ministrar na UNICAMP o curso “Danças Populares e Religiosas Afro-Brasileiras”. Sentindo falta da comunidade de afro-descendência naquele curso, resolveu então criar um curso de extensão para contemplar aquela demanda. Após obter boa receptividade pela população, ela propôs a criação de um grupo permanente de teatro e danças populares, surgindo assim em 1988 o URUCUNGOS, PUÍTAS E QUIJENGUES, nome de três instrumentos africanos do grupo linguístico Banto que significa, respectivamente: berimbau, cuíca e atabaque. Danças como o Coco de Alagoas, Boi Bumba e Maracatu de Pernambuco, Jongo Mineiro e Fluminense, Samba Lenço e o de Samba de Bumbo Campineiro do ciclo Rural Paulista e o Samba de Roda fazem parte do seu repertório. Desta data em diante o grupo já ensaiou em sindicatos, na rua, espaços públicos, na casa de um dos seus integrantes e até no meio do mato. Sem perder os ensinamentos da Raquel, que é: “pesquisar na fonte e devolver ao povo em forma de arte”, frase do seu pai Solano Trindade, a trupe vem desenvolvendo atividades de oficinas culturais e apresentações artísticas em vários espaços do Brasil, com os projetos “Cirandas da Minha Terra”, que contemplam várias danças circulares, “Nos Caminhos de São Paulo”, enfocando os folguedos paulistas e “Viva o meu Folclore”, danças didáticas para crianças.  Sempre com o propósito de manter viva as manifestações tradicionais da cultura popular brasileira, o Urucungos mantém um Ponto de Cultura, do Programa Cultura Viva do Ministério da Cultura, em parceria com a Prefeitura Municipal de Campinas para desenvolver ações socioculturais na periferia da cidade, destacando projetos voltados para a inclusão de conhecimentos livres e resgate das tradições regionais.

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